Record perde ação por preconceito contra religiões afro-brasileiras

O Poder Judiciário reconheceu na quinta-feira, 5, o direito de salvaguardar o culto às religiões de matriz afro-brasileiras e, principalmente, condenou duas emissoras de TV, Rede Record e Rede Mulher, concessões do Estado, por reforçar, no ar, preconceitos de cunho religioso.
A segunda, extinta, foi incorporada à atual Record News, pertencente ao Grupo Record. É o maior julgamento envolvendo intolerância e racismo religioso do país, e seu histórico processual servirá de base para outras ações que envolvam a mesma matéria.

Diante de um auditório composto por cerca de cem representantes da umbanda e do candomblé, a 6ª Turma do Supremo Tribunal Regional Federal julgou procedente a ação movida pelo Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-Brasilei… – Veja mais em : Universa.UOL

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